Série: Once Upon A Time

Em uma  cidadezinha pacata com uma comunidade igual a tantas outras. Gente que trabalha, que afoga as mágoas à sua própria maneira, que se relaciona com os demais sem se aproximar demais nem se afasta ao ponto de alienar ou ser alienado. É um pedaço de vida como outro qualquer. Ou será? Quando se conta uma história , não se faz sem querer falar de algo mais do que “a poeira do caminho” ou a bonomia dos dias que passam. Não o fazemos quando a cidadezinha de que falamos é Storybrooke, cenário principal da série Once Upon a Time, realizada pela produtora americana ABC.Imagem

Once Upon a Time conta as aventuras de Emma Swan (Jenifer Morrison, ex-Cameron de Dr. House) em Storybrooke, um lugar literalmente encantado onde as personagens das hitória da nossa infância vivem sob a forma de homens e mulheres comuns, levando vidas rotineiras. Nessa sossegada comunidade encontramos Herry (Jared S. Gilmore), o filho que Emma abandonou à nascença e que foi adotado por Regina (Lana Parrilla), a autarca da vila. Em Storybrooke também podemos encontrar Mr. Gold (Robert Carlisle), o homem mais rico da terra, Mary Margaret (Ginifer Goodwin), a professora da escola local e David Nolan (Josh Dallas).Imagem

O que é que estas personagens têm de especial? Elas não são quem parecem ser. Regina é a rainha malvada, Mary Margaret e David Nolan são a Branca de Neve e o Príncipe Encantado e Mr. Gold é Rumplestiltskin. E estes são apenas alguns exemplos entre muitos outros. Esta é uma série que joga muito com a expectativa de que os espectadores estejam familiarizados à partida com a verdadeira identidade das personagens que aparecerão na série.Imagem

À medida que os episódios vão passando e o enredo se vai desenrolado, vamos conhecendo a vida diária das várias personagens em Storybrooke e o que eram e que faziam no mundo encantado em que assumiam as suas verdadeiras identidades. Um conceito já utilizado em Lost, lendária série que fazia uso dos flashbacks para desenvolver o enredo e dar a conhecer os seus agentes.

À medida que os episódios vão passando e o enredo se vai desenrolado, vamos conhecendo a vida diária das várias personagens em Storybrooke e o que eram e que faziam no mundo encantado em que assumiam as suas verdadeiras identidades. Um conceito já utilizado em Lost, lendária série que fazia uso dos flashbacks para desenvolver o enredo e dar a conhecer os seus agentes.Imagem

De facto, um dado curioso é que os criadores da série, Adam Horowitz e Edward Kitsis, pertenceram à equipa produtora de Lost, e, já tinham concebido as bases de Once Upon a Time em 2004. Apesar das semelhanças entre as duas, Horowitz e Kitsis afirmaram que enquanto Lost baseia-se na redenção, Once Upon a Time fala sobre esperança.

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